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A perfeita monotonia da Igreja de Cristo

  • 15 de set. de 2017
  • 2 min de leitura

A verdadeira Igreja de Cristo é aquela que entendeu que o tempo é a eternidade e por isso continua aqui na terra revivendo de novo e de novo todo o mistério da Cruz e do amor. Chesterton disse uma vez que Deus não se cansa da monotonia. Assim como crianças, ele manda o sol nascer todos os dias, de novo, de novo e novamente. Na Igreja de Cristo também há essa estranha monotonia. A Igreja é um pedaço do céu na terra: o corpo de Cristo é distribuído a quem desejar todos os dias, num mistério insondável. E é assim desde que Cristo instituiu que assim fosse. Ele está imolado no altar, e se faz presente todos os dias, se doando de novo e de novo. Maria está vendo tudo aos pés da cruz, e por isso nos ensina o amor a Deus, nos ensina a adorar a Deus, a amá-lo todos os dias, de novo e de novo. Para os católicos, Cristo na cruz não é um "Cristo perdedor", como as seitas heréticas O consideram. Essas seitas costumam desprezar a cruz e falar que "meu Deus é um Deus de vitória", como se a cruz fosse símbolo de perda.



Não. Na Igreja Católica o Cristo crucificado é o mesmo Cristo glorioso e ressurreto. Cristo é sempre glorioso, jamais um perdedor. Lembrem-se sempre que quem foge da cruz é satã. Quem foge da imitação perfeita do amor de Maria ao seu amado filho e Salvador é também satã. Quem promete vitórias materiais sobre todos os mistérios dos sofrimentos humanos também é satã. Quem idolatra outros deuses estranhos são sempre aqueles que não conseguem ver O Cristo que vive no próximo e muito menos refletido nos santos, que carregaram com amor a cruz e fizeram a vontade de Deus. Quem promete e exige a santidade dos membros da Igreja é sempre satã, mesmo que Cristo tenha dito que somos todos pecadores e a Igreja é infalível, não os homens dentro Dela. A esta "casta de Santos" mentirosos, um recado: abram os olhos para essa eterna monotonia. É a constância de Cristo, o seu amor sempre novo e monótono que nos tira do delírio das noções de reforma daquilo que já é perfeito. A fé legada aos apóstolos tem de ser perfeita. Do contrário não poderia triunfar sobre as mazelas. E Cristo sabia disto. Por isso só se reforma aquilo que precisa de conserto. E o que vem de Deus não carece de reforma. É muita presunção. Isso é querer ensinar a Deus o que fazer.


 
 
 

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