A Santidade da virgem Maria
- 18 de ago. de 2017
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Quando o anjo Gabriel faz a anunciação à Maria Santíssima, as sagradas escrituras relatam que Maria "se perturba com tal saudação", pois o Anjo a chama de "Ave, cheia de Graça". Depois de dizer que o "ente que sair Dela será chamado de Filho de Deus", Maria apenas pergunta como isso ocorrerá, já que ela era virgem e não poderia engravidar "sem conhecer homem algum". Notem que quando ela faz essa pergunta, a aceitação da Graça de ser mãe de Deus já está implícita, pois ao fazer essa pergunta, ela já demonstra que aceitou que fosse feita "a vontade de Deus em sua serva", como ela mesma diz posteriormente. A questão é: Deus não sairia perguntando às virgens da época se elas aceitariam ser Mãe de Jesus, já que, sendo Deus, Ele saberia as respostas delas antes mesmo que elas respondessem. Isso não significa dizer que o livre arbítrio de Maria foi desrespeitado por Deus; significa tão somente dizer que Deus a fez imaculada e Maria tinha a POSSIBILIDADE de negar ser mãe de Deus, mas Deus SABIA que ela NÃO NEGARIA, pois, sendo Santa, ela almeja a vontade divina e não a própria. O que fica evidenciado em Lucas 1:38.

"Ai, mas Deus criou ela Santa? Que absurdo". Absurdo é você querer ditar o que Deus deve fazer. Maria é mãe de Deus e vocês precisam lidar com a verdade. Adorem a Deus, nosso Senhor sobre todas as coisas e venerem Bem aventurada Virgem Santíssima! "porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações". (Lucas 1:48) Se existe uma analogia simples que pode ser feita a anunciação e na resposta de Maria, seria mais ou menos como o seu Pai lhe perguntar: - fulano, vamos viajar? E em vez de perguntar para onde e quando, você apenas diz: - minha mala já está pronta. Quem não aceita e entende quem foi Maria, não pode compreender a escatologia cristã e muito menos ter dimensão de quem foi Cristo Deus. Dizer que Maria era uma mulher como qualquer outra beira à demência. Não ter noção destas coisas é transformar Cristo num qualquer e tornar a religião num apetrecho estético ou em barganha com Deus em troca de "bençãos", que é puro materialismo. O que as pessoas acham? Que Deus "usou Maria" como chocadeira pra um Deus aí descer e fundar uma nova religião e uma igreja? Dizer que Maria era uma qualquer equivale a isto. Isso porque no começo da desobediência, o protestantismo não era assim. O próprio Lutero venerava e amava a Mãe Santíssima. Mas depois, pelo pecado da desobediência, o negocio desandou e hoje em dia são 500 mil seitas dizendo coisas contraditórias entre si e chamando estas coisas de "Espírito Santo". Não, meus amigos. Vocês estão estão no erro. Se quiserem discordar dos homens dentro da Igreja, que façam isso DENTRO da Igreja, como São Francisco de Assis fez, e não como Lutero que se exasperou e quis superar a cabeça de Cristo.
























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