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Sobre o estupro coletivo no Rio: fatalidade x escolhas.

  • 21 de ago. de 2016
  • 3 min de leitura

Sobre o estupro coletivo da moça:


Existe uma diferença entre fatalidade e pecados por escolhas. Um exemplo: se você é um padeiro, acorda cedo todos os dias para ir trabalhar e no meio do caminho alguém te assalta e lhe dá um tiro no peito, isso é uma fatalidade (na vida dele e não de quem escolheu ser bandido). Isso quer dizer que o padeiro não escolheu isso e nem desejou colocar-se nessa situação (e fatalidades não tem absolutamente nada com Deus. Isso são escolhas do homem e Deus as permite, regendo o cosmos mesmo com o livre arbítrio humano. Isso é um assunto para metafísica e teologia e não convém aprofunda-lo aqui). Agora, se você escolheu o crime (e o status do crime, poder, dinheiro fácil, mulheres) e numa troca de tiros você é baleado, isso é um mal advindo da sua escolha.

Vamos deixar BEM CLARO que nenhum pecado é justificável (embora só Deus saiba o que ocorre para a tomada de atitude pecaminosa da alma e suas profundezas) e, como nenhum pecado é justificável, nunca dizemos que a vítima seja culpada, mas há aí as nuances humanas feitas pela escolha profunda pelo mal e a fatalidade, que são diferentes. Quando uma moça que sente atração pela morbidez, pelo mal, pelo status de ser mulher de bandido, tem filho com 16 anos e deixa o filho para ir a baile funk de 'novinhas', usa drogas diversas, conhece e se relaciona com traficantes (e todas essas merdas muito bem apoiadas pela esquerda, numa ode à bandidagem, à marginalidade e ao relativismo), ela escolhe isso para a sua vida; ela desejou tal situação. Ou seja: nada justifica o mal e o estupro, mas, sim, as escolhas que influenciam nas agruras da vida dessa pessoa e no tipo de pecado que ela está inserida e no tipo de mal que ela sofrerá. Quem está falando que porte de armas resolveria isso não está entendendo nada porque não entendeu que essa moça GOSTA e sente atração pela bandidagem, morbidez etc. Se você coloca uma arma na mão dela, ela poderia estar aí agindo como as pessoas que a estupraram (mesmo que uma arma no momento do estupro pudesse ter sido usada para a sua defesa).


A única cultura do estupro que existe é a cultura da bandidagem que a ESQUERDA DEFENDE e que o PT, Freixos e toda essa esquerdalha classe média alta e ricos defendem nesse balaio do politicamente correto e da cultura demoníaca anti cristã onde o erro não existe e tudo que importa é "ser feliz" e fazer "tudo o que você quiser". É o próprio paganismo mais evidente. Não me surpreenderá se um dia alguém começar a defender os indianos que matam vítimas de estupro. Na Europa já existem pessoas que foram estupradas dizendo que os seus estupradores são ótimas pessoas (para pagar de bom moço, obviamente. Principalmente se o estuprador for de outra nacionalidade). Avisem à burra da Pitty que ela e a laia dela (que desconhecem metafísica, história e carecem do verdadeiro amor pela verdade) são exatamente as pessoas que alimentam essa cultura "machista" imbecil e a própria "cultura do estupro" (que não existe. O que existe é a veneração pelo mal e o relativismo). Quem está destruindo os limites morais do ocidente são justamente ela e a trupe progressista dela e não a cosmovisão cristã que construiu esse lugar que eles tanto odeiam, mas que agora está dominado pela enfermidade do pensamento humanista imbecil de artistas, políticos arrivistas e pela população entregue aos seus pecados mais sórdidos.


Essa moça foi vítima de estupro e isso não foi mera fatalidade, pois há conversas e prints onde ela deixa bem claro sobre a atração que sentia em relação ao mal e a certos tipos de ambientes insalubres. Nada justifica o estupro, mas os conselhos de Deus são sábios: "não ande com porcos". Agora essa menina precisa de tratamento, ajuda psicológica e ajuda espiritual e obviamente a esquerda vai usar dessa situação para culpar terceiros pela atitude de pessoas que escolhem o que fazem e sabem muito bem o que estão fazendo. A culpa não é da "sociedade machista", mas das escolhas que esses rapazes fizeram. Que sejam presos e se arrependam. Pervertidos, demônios.

Como bem disse um mano no Twitter dele: "se fosse pra prestá nois tava de uniforme na escola". As pessoas são bem conscientes de suas escolhas. Nunca parta da premissa que as pessoas são anjos imaculados e inocentes. Essa menina foi vítima de estupro e não é culpada. Mas isso não foi fatalidade e sim fruto de suas escolhas pelo mal. Fatalidade seria se ela fosse uma menina com situação análoga à do padeiro do início do texto e sofresse um estupro na rua. Não era.

 
 
 

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