O que é de fato o "politicamente correto".
- 21 de ago. de 2016
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Politicamente correto é só um nome superficial para a preferência ao respeito humano abjeto e lisonja dos outros que pela verdade. Todo politicamente correto vai querer agradar a todos e ser visto como bom por toda gente. O mundo está dominado por progressistas e afins porque o mundo é da boca fácil, da conversa agradável e do tapinha nas costas. O poder é de quem transita em qualquer meio e de quem promete cumprir as vontades das pessoas. O status pertence ao homem do mundo. Alguém ainda tem dúvidas sobre do que se trata a democracia? Por que Cristo era tão incisivo acerca de status, dinheiro e poder? As questões profundas da humanidade refletidas na política e na imanência desse mundo são todas de origem transcendente, da alma humana - é absolutamente tudo espiritual. Quando um político rouba, isso não significa que ele é desalmado ou que o "marxismo cultural" o fez roubar ou que o Psol é daquele jeito por causa de Gramsci, Marx e qualquer outro idiota. Quando um homem rouba, ele rouba porque QUER, caiu em tentação pelo dinheiro fácil, poder, status, vaidade, luxúria (o famoso pecado). Cada pessoa tem tendências a certos tipos de pecados. A escolha é do homem e é por isso que Deus diz para não jogar pérolas aos porcos. Uma pessoa entregue ao mundo não está se importando se o que ela fala e faz tem SENTIDO, se é coerente, se é lógico, verdadeiro ou são. A pessoa entregue ao mundo coloca sua vontade acima da realidade, daí a revolução, que significa derrubar uma ordem vigente para se estabelecer outra (arbitrária).
"Filhinhos, quem é amigo do mundo é inimigo de Deus".
"O reino de Deus é dos pobres"
Etc.
Por isso Cristo, decepcionando os judeus, não queria saber de política, de dinheiro, de promessas de bonança na terra. Cristo nunca disse "pare de sofrer" (como toda plaquinha de seita em cada esquina mostra. Também não disse "me ame e lhe darei carro, casa e marido ou as famosas "bênçãos". Pelo contrário, ele disse "carregue sua cruz e venha comigo"). Quem não quis aceitar isso, o desprezou. E isso acontece até nos dias de hoje. O mundo sempre foi a mesma coisa. O que muda é a cosmovisão do homem pela negação que o pecado existe. Quanto mais negação, maior a iniquidade. Quanto maior a tentativa de justificação dos próprios pecados, maior o sofrimento. Por isso a Igreja Católica é sabia e confio plenamente nela e na sua influência pelo Espírito Santo, mesmo com seus erros causados pelo arbítrio humano. Existe um poder supra escatológico que rege tudo, independente das ações humanas. Nada mais lógico, então, que o que Cristo disse: cada um ajude seu próximo com caridade, confesse quando pecar e cuide da sua alma. Ele não pediu para entrar na política e achar meios salvíficos para o homem em coletivos quaisquer. Ele é quem salva. Tentar "resgatar os bons costumes", "a moralidade" etc é coisa de gente que ainda não entendeu nada. Isso não quer dizer que o cristão não possa ou deva entrar na política ou fazer coisas para tentar evitar ou reverter um mal. Significa apenas para não se iludir e confiar Nele. Às vezes eu cedo ao pecado da onipotência e fico triste pela impotência que sinto em relação ao mundo (sentir-se impotente já é querer dominar). A gente se sente mal por não conseguir reverter esse processo de destruição. Vejam porque às vezes os santos eram descritos como frios ou rudes: eles não ligavam pro mundo. Um santo é a figura oposta dum político que quer agradar o mundo. Padre Pio era muitas vezes rude, mas exalava amor. O santo despreza sua própria vontade e repreende o outro no erro (na vontade humana contrária ao bem, que é Deus). Isso é a contricao do coração à Deus. É fácil? Não. Mas é muito melhor com o conforto da promessa de Cristo que supera todo o sofrimento do mundo. Por isso é pedido que IMITEMOS a Cristo e ais Santos, que o imitavam. Quem promete paraíso na terra é o Diabo e por isso o comunismo é condenado pela Igreja católica.
























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