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Não adianta tentar nos enganar. O Funk Carioca é uma merda.

  • 21 de ago. de 2016
  • 5 min de leitura

Não adianta tentar relativizar as coisas. Não adianta bancar o tolerante cosmopolita que tira foto aplaudindo o sol e abraçando árvores. Funk e proibidões são uma merda e não evocam nada senão a animalização do homem (admita que chamar sua avó de 90 anos pra um almoço de domingo ao som de "pinto na pepeca" é um tanto desrespeitoso. Se você acha isso saudável e normal, você está doente).

Não adianta xingar quem diz isso de "elitista contra a cultura da favela" porque a faxineira evangélica que mora no morro e limpa as camisinhas usadas no jambolão regado a Foucault e Funk nas universidades públicas também não gosta de funk. Não adianta dizer que funk é o "som da comunidade e expressão popular respeitável de um povo" porque existem pessoas nas favelas que não coadunam com isso. Funk é só um som com batuques e letras podres e pornográficas que não desperta contemplação nobre alguma. Não adianta dizer que "generalizações são sempre péssimas" porque quem diz que 'todo homem é um potencial estuprador' está se utilizando de uma generalização. Não adianta vir com a conversa de que tudo é relativo porque se tudo é relativo você não precisa provar seu ponto de vista. Não adianta dizer que "sexo não tem a ver com o estupro" e que "sexo é consenso" porque qualquer livro de biologia diz que sexo é um ato reprodutivo e que pode gerar prazer e o estupro é um ato sexual, sim - embora não consensual. Dizer que sexo não tem a ver com estupro é como dizer que assassinato não tem a ver com morte. Não adianta dizer que aborto é questão de saúde pública. Não adianta dizer que ninguém é culpado de nada porque pessoas não tiveram oportunidade na vida. Não adianta dizer que ideologia de gênero é "de base científica". Não adianta dizer que gato é lebre. No mundo real isso não cola e quando cola é porque o império caiu. Dá um Google em "queda do império romano" e veja como o culto à desordem acaba com os povos. O homem de dois milênios atrás não é muito diferente de você, amigo.


O problema do mundo não é que ele está mais chato ou pior. O problema do mundo é que o pecado torna as pessoas muito burras e as impede de ver a realidade, fazendo com que todos os outros seres humanos minimamente saudáveis mental e espiritualmente tenham que ficar explicando o tempo todo que a grama é verde e lutando para que os lunáticos no poder não decretem de uma vez por todas que a grama é cor de rosa por um capricho egoísta de alguns, na contramão da lógica e da verdade. Aceitem a realidade e parem de criar jargões categóricos. A gente entende que fazer parte de um círculo social de justiceiros pelo bem soa legal na roda com os amigos maconhero. A gente até entende que "gente do bem" é uma abstração burra da sua mente gnóstica que veste roupa de grife e diz lutar pela favela porque tá no iate escutando reggae com os amigos Zé droguinha falando em "almocinhos" e vendo vídeo da JoutJout e do Tico Santa Cruz. A gente entende que adotar a opinião do Duvivier sobre a vida é mais fácil e te dá status. Afinal, ler a coluna do Porchat é mais fácil que tentar entender a aceitar a realidade com honestidade. É mais tempo livre pra pensar no visu e no próximo encontrinho ao som de Chico com os amigos que você conheceu no Loolapaloza. A gente entende que aceitar a verdade muitas vezes exige mudança na vida e que é sempre mais fácil acreditar no que convém e está de acordo com nossas vontades. O problema é que a gente te entende, mas entender não é justificar. Todas as pessoas erram e o problema de alguns é querer fazer do erro uma virtude. A questão é você e Deus no seu âmago. Deixe o orgulho de lado, sá. Deixe a preocupação sobre o que os outros vão pensar de você de lado. É bom ser normal. É bom chegar em casa, ligar a televisão e ter o que comer. É bom ser do lar, é bom trabalhar. É bom casar. É bom estudar o que presta. É da vida o sofrer. É bom tomar sorvete com o companheiro na sorveteria da praça e não ter vergonha da sua mãe que é "crente". É bom caminhar no caminho estreito. É bom acreditar em Deus e entender que isso exige um compromisso moral com Ele. É bom ver a criação e contempla-la. Quanto mais original você pensa que é, mais você se assemelha ao hipster cosplay de Lumberjack do bar alternativo mais próximo. Todo mundo já sabe disso. A tentativa desesperada por originalidade é uma fábrica de medíocres, pois o homem não foi feito para ser original e, sim, para imitar a Deus no processo criativo e amá-lo. Toda forçação de barra identitária é sinônimo de pessoa confusa. Quer um exemplo? Falar em cultura negra é a mesma coisa de falar em cultura branca. Ambas não existem porque cor de pele e característica genéticas não produzem cultura. O que produz cultura são comportamentos humanos fundados na religião. Isso é dos exemplos do mico que você paga tentando ser original e ainda sendo preconceituoso de brinde. A sua tia católica lá de Piracicaba é a última pessoa que mataria um gay. Você não está sambando na cara da sociedade. Você está negando o bem e isso é perigoso para a sua alma, pois os nossos pecados geram iniquidade na terra. E advinhe: não podemos banir o pecado. Alguns precisam ser proibidos (assassinatos, roubos etc), outros são imorais e geram confusão. O estado surge com o intuito de proteger o homem através das leis. Ninguém pode proibir o pecado, só lidar com ele. É por isso que homicídio é crime mas eles estão aí acontecendo. O fato de homicídios ocorrerem, no entanto, não lhe dá o direito de legaliza-lo. O ato é imoral. O legalismo só serve para coerção quando o homem vira uma besta.


Entende ou o desenho tá mal feito? Uma pessoa que diz que sexo não foi feito para ser entre duas pessoas que se amam e sim entre partes que consentem (já que isso é uma visão conservadora cristã) está cega. Discutir com relativista filho da puta que acha que absolutamente tudo no mundo é bom e normal é insanidade. Sabe por que? Porque crianças de 9 anos de idade podem muito bem consentir em fazer sexo. Se sexo é algo que pode ser feito entre duas ou mais partes que "estão afim" e crianças consentem, fica bem evidente com o tipo de precariedade relativista (que incentiva à pedofilia) que estamos lidando na sociedade. Não vale a pena bater palma pra doido dançar. Nós estamos no limbo incentivado por uma sociedade sem Deus. Se sexo sem amor deve ser incentivado porque "sempre existiu", então vamos incentivar também o estupro porque ele sempre existiu, ora bolas. Não é à toa que todas as sociedades permissivas pagãs simplesmente acabaram. Não é à toa que o ocidente tal como o conhecemos só foi possível pelos limites morais cristãos ou de regras muito bem definidas, dentro de uma cosmovisão onde nem tudo é normal e nem tudo é amor, nem tudo são flores e a malícia e o mal existem. Se tudo é amor, nada é amor. Se tudo é normal, sexo com crianças também é. Se sexo é feito por partes que consentem e se torna uma atividade lúdica, então ele deixou de ser aquilo que realmente significa. Não adianta correr. Não adianta apoiar todo tipo de pecado e depois entregar o crucificado lavando as mãos. Todas essas escolhas terão uma consequência não só aqui na Terra como na eternidade. Não se condene.


Ps: Se o que ocorreu no Rio foi estupro coletivo, isso foi uma tragédia. Se foi consensual, continua sendo uma tragédia.

 
 
 

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