A hipocrisia dos anti hipócritas.
- 21 de ago. de 2016
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Meu pai nasceu num berço pobre. Meus avós tiveram alguns filhos que eu não conheço, espalhados pelo Brasil. Meu pai dentre os irmãos foi o único que estudou. Quando ele estava no ensino fundamental, ele chegou a desmaiar algumas vezes de fome na escola. Usava um poste na rua da casa dele para estudar durante a noite os livros que ele ganhava das pessoas. No ensino médio ele começou a dar aulas de reforço e substituir professores (prática que era comum antigamente). Uma senhora viu o seu esforço e começou a ajudá-lo, guiando-o para sua carreira. Meu pai se formou no ITA e nas Agulhas Negras, casou e com 25 anos já cuidava da família. Meu pai fez tudo isso pra ouvir feminista mimada e confusa dizendo que todo homem foi ensinado a ser estuprador e que todo homem é um estuprador em potencial. As escolhas são pessoais. O seu ambiente não é determinante para escolha do que quer que seja: crime, violência etc. Isso é da ambivalência do mundo. Ele irá te colocar em situações onde cabe a VOCÊ decidir trilhar pelo caminho reto ou pelo mal.

Se existe uma cultura do estupro, essa cultura está muito mais na festa Batekoo (bate cu) lotada de feminista retardada da 'virada cultural' de São Paulo que na sociedade "machista opressora" de pais esforçados, famílias decentes e gente que não quer saber dessa palhaçada que virou a cultura oficial do PT. Essa leniência e até incentivo a pornografia e corrupção não está nas pessoas normais. A "cultura do estupro" está no relativismo, na indolência, no alpinismo social brasileiro e na falta de unidade no Brasil. Se essa menina não foi estuprada e ainda não podemos afirmar isso, ela é a pior pessoa da história. Ela fez o mal para se vitimizar. É assim que o mal funciona na terra: as pessoas desejam o mal pra si e depois se fazem de vítimas para culpar os outros e ter domínio psicológico sobre todo um grupo, no caso a sociedade. A ideia de que quem foi vítima pode fazer qualquer coisa é um absurdo. Ela nos diz que por alguém ter sido vítima de algo, ela pode vitimar terceiros. É o mesmo caso de aborto por estupro. A advogada da moça advogou para black blocs e queria afastar o delegado do caso só pelo fato de ele ter perguntado se a menina já fez parte de alguma orgia. É dever dele, é da função dos investigadores o inquérito. Não me surpreenderá se essa menina depois tentar ser vereadora pelo Psol, num caso claro de gozação satânica. Meu corpo, minhas regras nunca foi tão condizente com o Brasil atual, o Reino da mentira e do escândalo. Existem, de fato, alguns homens que estão sendo ensinados a serem estupradores mesmo: nas festas dos proibidões do funk com letras sobre estupro e desrespeito a mulher. Na cultura do "tudo pode" que nossa elite política e midiática defende; nas orgias e festas regadas à maconha e outras drogas; na cultura da criança com fuzil na mão cantando funk ostentação; na ideia de que toda porcaria deve ser defendida porque tudo é arte e na proteção a bandidos 'vítimas de sua condição', um legado da nossa elite iníqua comedora de caviar.
























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