O legalismo seletivo da esquerda no reino da vontade. Ou: conveniência do relativismo
- 14 de abr. de 2016
- 3 min de leitura
Chegará uma hora onde não existirá mais diálogo no mundo. Com a razão totalmente atrofiada, o único diálogo possível será com pessoas que possuem a mesma cosmovisão que você ou com aqueles que se abrem para escutar o que você tem a dizer sem histeria. O problema é que não se discute com esquerdistas na forma de juridiquês ou economiqueis, em termos puramente legalistas.

A única forma de entender a verdade é através da METAFÍSICA e reflexão ou pela apreensão da verdade dada pelo Espírito Santo em forma de sensibilidade (como pessoas analfabetas que tem a mesma cosmovisão de um intelectual conservador porque simplesmente não negam a realidade e amam a Deus). A política é só um desdobramento da vida na Terra. Tudo é obviamente baseado na realidade. Discutir em juridiquês é cair no engodo de que a realidade é plástica e conceder ao esquerdista a ideia de que ele é deus e que com uma CANETADA ele pode fazer com que você fure seus olhos e retire seu cérebro e os jogue no lixo ao concordar com isso. Se voltem para Deus e para o estudo da metafísica, que é a própria realidade. Lembrem-se sempre que as leis são baseadas na realidade e não o contrário. Quem acredita que a CANETADA da lei cria a realidade é o esquerdista, seu bocó.
Entendam o seguinte: como o homem não pode BANIR o mal do mundo (o pecado), ele cria leis para LIDAR COM ISSO. O problema é que uma vez afastada da realidade, as leis se esvaziam e deixam de ser pautadas na realidade para serem pautadas no arbítrio dos indivíduos. O que se traduz em "a minha vontade soberana é a lei e você tem que engolir isso e ignorar a própria razão e me chamar de dragão alado porque eu me sinto um dragão alado".
A esquerda não é legalista. A esquerda USA do legalismo para realizar suas vontades de acordo com a conveniência. Se for para livrar a cara do Lula, ela será legalista. Se for para prender o Lula, ela não será legalista e irá ignorar as leis solenemente. Percebemos que a maior parte da oposição real (o povo nas ruas, a nação, o pipoqueiro que não vende sua pipoca mais etc) está pouco se importando com Aécio e Cunha e quer mais é que se roubaram, que sejam presos com Lula. O legalismo pode ser útil ao desonesto como pode ser útil ao honesto. A diferença é que a alma mais honesta irá usá-lo, mas não de acordo com a conveniência, enquanto o petista militante irá usá-la quando lhe convém.
Reparem nos exemplos a seguir: Guga Noblat disse hoje que os "fascistas da direita" só "acusam de assassinato quem matou com com BOAS INTENÇÕES por uma ideologia BOA". Ou seja, em sua concepção relativa, matar não é o problema. O problema é matar com 'más intenções', como se matar um ser humano já não fosse errado. De boas intenções o inferno está cheio.
Outro rapaz que discuti um dia veio e me disse o seguinte: "Sua nazista burra e desinformada. Você está dizendo que Che matou gays! Sua desonesta... Na verdade Che Guevara SÓ MATOU GAYS QUE ERAM CONTRA O REGIME DELE". Ou seja, na cabeça do rapaz o problema não é matar, mas o gay ser contra o regime do Che.
Conveniência.
























Comentários