O ecologista surreal: fora da natureza, acima dela.
- 14 de abr. de 2016
- 1 min de leitura
O mundo foi criado para os seres humanos. Quando o ecologista entender que o homem e sua razão não são separados da natureza e superiores a ela (superior no sentido não hierárquico, mas afastado ou fora do próprio sistema) de maneira que ele passe a não enxergar um monstro deturpador do natural e sim PARTE DELE - ele deixa de ser ecologista. A própria ideia de "proteger a natureza" denuncia isso: o homem não entende que a inevitabilidade da destruição é parte do natural, sentindo-se um ser deslocado do natural, superior. E não, isso não significa que devemos sair por aí jogando toneladas de lixo na rua etc.

O homem não é um monstro predador e destruidor do ecossistema. Ele e seu consumo da matéria na terra são PARTE do sistema. Isso não é passe livre pra sair matando bichos de maneira desordenada ou por sadismo, mas é premissa para compreender a grandeza da criação e a possibilidade de toda esse emaranhado de perdas e ganhos que desde o princípio acontece. A mentalidade ecológica exacerbada enxerga o homem como um câncer; por isso, sempre vemos um ou outro ecologista torcendo para que pessoas morram para 'preservar a natureza'. Quantos ecologistas são abortistas? Ou ainda: vemos indginados com a foto do Fogaça (chef) com um porco pendurado, mas com a foto do perfil pró aborto, apoiando a morte de crianças. O homem não é um câncer que destroi o mundo; ele é um descobridor das possibilidades da matéria, que geram um ganho aqui e uma perda ali.
























Comentários