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A redução da maioridade penal e a loucura verborrágica da esquerda.

  • 14 de abr. de 2016
  • 5 min de leitura

(Post original de 12 de julho de 2015)


A redução da maioridade vai resolver o problema da criminalidade? Não. A redução irá coibir jovens de 16 e 17 anos que queiram cometer crimes como assassinato e estupro. Isso se a lei for CUMPRIDA. Só a lei da canetada não tem valor. O não cumprimento de uma lei é que gera impunidade.


Quando a redução foi votada no primeiro dia, logo foi vetada. A redução não só previa a prisão de jovens que cometessem homicídios, mas furtos também. O argumento contra a redução era de que o jovem que roubou não poderia ficar na mesma cela que maiores que mataram, já que eles poderiam aprender a matar também. Tudo bem, concordo. Mas e a mentira? Como fica? Eles não ficariam na mesma cela, mas em celas separadas. Outro argumento usado largamente pela esquerda imagética e propagandista é o de que "meninas de 16 anos seriam aliciadas e prostituidas". Outra mentira. O que uma coisa tem a ver com a outra? A prisão seria apenas para jovens que de 16 anos ou mais que matam e roubam. O que raios tem a ver com meninas de 16 anos e prostituição? NADA. Também foi dito que a redução além de não resolver o problema (realmente não resolve), iria deixar os jovens de 16 anos comprarem bebidas alcoólicas e dirigirem aos 16. É sério que isso é o problema? Não. A idade penal mudaria. A idade para a compra de bebidas alcoólicas e carteira de motorista continuaria sendo a mesma. E a questão que "afetaria as meninas de 16 anos" é simplesmente ABSURDA. Isso SÓ afetaria uma menina de 16 anos se ela matasse alguém. Aí, sim. Outro argumento é que a redução "tiraria a liberdade e a capacidade do jovem de se tornar alguém na vida". Bom, até onde eu sei, ninguém está indo ao parquinho e ninguém está pegando jovens de 16 anos e os levando para a prisão, puxando-os pelos braços, não. O que vai acontecer é: matou? Decepou mamilos (como vimos num recente caso)? Arrancou a cabeça de um recém nascido (como vimos em outro caso recente...)? Ah, aí sim ele vai para a prisão. O que tem de complexo nisso? Vamos analisar o argumento "mais profundo" da esquerda que é contra a redução. Segundo os progressistas de plantão, o cerne da questão é: O jovem é uma vítima da sociedade. Mas o que seria uma vítima da sociedade? De acordo com eles, a definição de vítima da sociedade é o sujeito que não tem plena consciência de seus atos e só escolhe o crime por causa da imposição da sociedade opressora, ou ainda, pela influência de seu meio. Ora, se a influência de seu meio social é DETERMINANTE, então só podemos concluir que o jovem não pôde optar por qualquer outro meio de vida senão pelo crime. Soa absurdo? Pois é. É exatamente isso que nos dizem. Agora vejamos exemplos claros: - Se numa mesma família que proporciona a dois irmãos a mesma educação, sob o mesmo teto, a mesma comida, o mesmo afeto etc, então o que leva um a escolher o crime e o outro a escolher outro meio de conquista? Resposta: a VONTADE do sujeito. Um quer o crime, o outro não. Se um jovem de 10 anos sabe que assaltar e matar é imoral (uma vez fui assaltada por menores, tendo dois deles 10 e 11 anos), como um marmanjo de 16 anos que JÁ PODE VOTAR, CASAR, ESCOLHER, não sabe disso? Sabe sim. Quando aqueles que são contra a redução da maioridade apelam para o argumento "quem quer a prisão de jovens de 16 anos é racista", o que ele está nos REVELANDO é o seu próprio racismo, pois é ELE quem associa crime à cor e à condição econômica e social do indivíduo. Com a redução, ninguém seria poupado: nem pobres, nem ricos, nem negros, nem brancos. Numa coisa concordo com a esquerda: Jovens que furtaram não podem cumprir pena junto a jovens que mataram. Mas isso não aconteceria. Eles ficariam em celas separadas e esse argumento foi usado com muita má fé. Por último: a vítima de um crime é sempre aquele que foi... vítima do crime. Não pode haver uma inversão onde o sujeito réu é isento de culpabilidade por ser "vítima da sociedade". Já que vimos que se a situação de privação dele não é determinante para a escolha do crime, então só podemos concluir que a sua escolha é plenamente consciente. Se ele fosse obrigado a roubar, então ele realmente seria a vítima, por não estar escolhendo livremente o crime, mas por estar sendo obrigado a assaltar, matar, estuprar etc. E não é bem isso que vemos. Se alguém o chama, ele pode simplesmente NEGAR. Ou não? Se alguns negam, então é escolha. A mania dos progressistas "paz e amor" de achar que a culpa é sempre de uma abstração e não de um agente irá gerar um colapso a longo prazo. O conceito de justiça é punir aquele que fez um mal. Se a sociedade é a culpada pelo crime de um sujeito, então o sujeito é vítima, e não réu. Se a culpa é sempre "do estado, do governo, da família, da falta de escola, da pobreza" etc, então a real vítima está levando uma cuspida na cara. O que aqueles que são contra a redução precisam entender é o seguinte: - A redução não irá resolver o problema da criminalidade, apenas punir jovens de 16 e 17 anos que matam. - A redução vai punir jovens de 16 e 17 anos que matam. Não vai punir QUALQUER jovem de 16 e 17 anos. Se ele optou pelo crime, precisa pagar. - Os outros jovens menores e 16 anos ficarão impunes? Sim. Justamente porque a idade penal será de 16 anos (por isso acho que não deveria haver nenhum determinante de idade), mas na atual situação do Brasil, é melhor reduzir para 16 que não tomar atitude alguma. - Educação é importante para a formação do indivíduo, mas não é tudo. Caso fosse assim, nenhuma pessoa educada e instruída roubaria e mataria. O erudito seria imaculado. O que é MENTIRA e sabemos bem disso. - Pobreza não é determinante para criminalidade. Cor também não. Isso aí é racismo. - Se o conceito natural de justiça não fo aplicado ao réu pelo crime (por ele ser uma "vítima social"), os linchamentos e todos os tipos de justiçamento com as próprias mãos serão vistos cada vez mais, pois a população, sem ter com quem contar (a função do estado de exercer as leis), irá sacrificar as pessoas. Veja a teoria de René Girard sobre a rivalidade mimética o os mecanismos expiatórios sociais. Não acredita? Veja o vídeo clicando no link abaixo e entenda pelo desabafo de um delegado:


 
 
 

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